Tec Campos na 25a Conferência Anprotec de Empreendedorismo e Ambientes de Inovação 2015

A Tec Campos com representação de seu Diretor Presidente, Prof. Ronaldo Paranhos e a gerente, Adriana Crespo, estiveram presentes na 25ª Conferência Anprotec de Empreendedorismo e Ambientes de Inovação, realizada no período de 19 a 23/10/2015, em Cuiabá – Mato Grosso, com o tema “Ambientes de inovação mais sustentáveis: o empreendedor como protagonista da nova economia”, o evento reuniu cerca de 600 participantes de 25 estados e 17 países.

Com ênfase na humanização da inovação, quando o ser humano deverá estar no centro da inovação, onde as incubadoras promovam o surgimento e o fortalecimento de ambientes que consolidem a função da inovação na evolução socioambiental. Para isso, é fundamental estabelecer relações de confiança entre pessoas e instituições, segundo o anfitrião do evento ,presidente da Arca Multincubadora, Wilson Luconi.

A fala da presidente da Anprotec, Francilene Garcia, seguiu a mesma linha do anfitrião do evento. “O ser humano é o elemento central da transformação. Precisamos preparar melhor esse agente para que ele, além de sonhar, possa de fato ter empreendimentos mais bem-sucedidos. Mesmo em épocas de crises, podemos, com sinergia e de forma integrada, construir um movimento de empresas inovadoras menos vulneráveis a momentos como esse”, apontou.

Na sequência, a diretora técnica do Sebrae, Heloísa Menezes, falou sobre a importância de se ter ambientes capazes de gerar oportunidades empreendedoras, que além de trazer ganhos econômicos, também impulsionem impactos positivos para a sustentabilidade ambiental e social. “O tema do evento deste ano é extremamente atual, vai a fundo nos grandes desafios aos quais a sociedade e o país têm que responder. O Sebrae é parceiro da Anprotec desde o princípio e continuará se esforçando para promover esse tipo de discussão no movimento”, completou.

Após comentar sobre a maturidade do sistema de inovação brasileiro, o vice-presidente da Associação Internacional de Parques Tecnológicos e Áreas de Inovação (IASP), Josep Piqué, destacou a necessidade de cidades inteligentes. Segundo ele, “em 2050, cerca de 70% da população estará vivendo em cidades e, por isso, vamos ter que encontrar soluções urbanas, econômicas e sociais para esses espaços. Se hoje elas são ecossistemas locais, no futuro terão que ser globais. Vão precisar contar com jovens talentos, que buscam oportunidades nos melhores ecossistemas do mundo. Por isso, é preciso criar atração de talentos preparados para o desenvolvimento da economia do conhecimento. Só com talento e servindo às pessoas, vamos construir uma sociedade mais justa e equilibrada.”

O presidente da Finep, Luis Fernandes, relatou brevemente suas experiências no estado-sede da Conferência. “As pessoas saíram daqui ano passado, após a Copa do Mundo, encantadas e surpreendidas pela pujança econômica e cultural, pela riqueza da região e hospitalidade do povo. A lição que aprendi é que tendo a certeza do caminho a ser percorrido, temos que perseverar, enfrentar preconceitos, dificuldades e desafios. A correção do caminho nos leva a grandes conquistas. É isso que estamos vivendo hoje no Brasil, um momento em que se tivermos consciência do nosso papel decisivo no enfrentamento dos desafios da inovação, teremos capacidade de enfrentá-los”, apontou.

A importância da Anprotec e do Sebrae foi destacada pelo secretário nacional de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Armando Milioni. “Eu compreendo perfeitamente o momento delicado que vivemos, mas estou convencido de que ele é passageiro. Um evento desta natureza é apenas uma demonstração a mais da capacidade do país. Coleciono estatísticas que nos incentivam a compreender que o Brasil é capaz de superar as suas dificuldades com ações como as desenvolvidas pelas instituições organizadoras”, completou.

A reitora da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Ana Maria Di Renzo, comentou sobre o papel das universidades no avanço do movimento. “Temos que pensar no empreendedor e no espaço da inovação. Sem o conhecimento, não alcançaremos nossos objetivos. A importância das universidades está na formação de jovens sensibilizados ao empreendedorismo. Estamos aqui para repensar a contribuição das nossas instituições”, disse.

O evento também foi destacado como uma oportunidade importante para Mato Grosso pela secretária de estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Luzia Helena Trovo. “Esta é a chance que temos para trocas de experiência que muito serão úteis para nossas transformações. A realização da Conferência Anprotec aqui em Cuiabá simboliza a entrada do nosso estado neste circuito. Sabemos que daqui sairão resultados bastante promissores para Mato Grosso”, ressaltou.

Na sequência, a reitora da Universidade Federal de Mato Grosso, Maria Lúcia Cavalli Neder, falou sobre a satisfação de ser parceira do evento. “A Conferência coloca-se como o marco de um novo tempo para o nosso estado, onde o conhecimento é fundamental para o desenvolvimento. O tema desta edição está na discussão de nossas universidades e parcerias como essa contribuem para a mudança da mentalidade de nossos gestores e professores, trazendo a inovação balizador de uma sociedade mais diversificada e inclusiva”, explicou.

Antes do fechamento da cerimônia com o governador de Mato Grosso, Pedro Taques, foram assinados dois protocolos de intenções: um entre o governo e a Google Inc., a fim de implementar ações no Parque Tecnológico de Mato Grosso, e outro entre a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat) e a Secretaria de Estado Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), que formalizou a intenção em conceder o apoio financeiro necessário para a construção da infraestrutura do parque. Também foi assinado um termo de doação entre o governo e a Prefeitura Municipal de Várzea Grande, relacionado à cessão da área destinada à construção do parque.

Para encerrar a solenidade, Taques destacou em sua fala a importância do conhecimento e da tecnologia para o progresso. “A ciência, o conhecimento e a tecnologia nos fazem chegar a lugares e a fazer coisas que nós mesmos não imaginamos. Precisamos de conhecimento, pesquisadores e tecnologia em Mato Grosso. Precisamos de vocês. Queremos mudar e fazer diferente”. Após o término da cerimônia, foi servido um coquetel aos participantes e apresentado um espetáculo com a Orquestra Sinfônica da Universidade Federal de Mato Grosso.

 

O edital para a segunda turma do Startup Rio já está aberto! Inscrições somente até o dia 29 de outubro.

O Governo do Estado do Rio de Janeiro, a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação – SECTI e a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro – FAPERJ promovem Edital com inscrições até o dia 29 de outubro de 2015

(veja edital através do link: http://www.faperj.br/?id=3160.3.4 ) para a seleção de projetos ligados a ideias inovadoras na área de tecnologia digital, no âmbito do Programa“STARTUP RIO 2015: Apoio à Difusão de Ambiente de Inovação em Tecnologia Digital no Estado do Rio de Janeiro”

Esta iniciativa tem como objetivos:

Ajudar o desenvolvimento e a qualidade do ecossistema de empreendedorismo digital no Estado do Rio de Janeiro, criando uma massa de novas ideias que podem ser validadas e apropriadas pelo mercado;

Incentivar, estimular, apoiar e promover iniciativas que versem sobre a temática da Difusão do Ambiente de Inovação em Tecnologia Digital, visando promover uma cultura de inovação tecnológica, criatividade e empreendedorismo no Estado do Rio de Janeiro;

O incentivo a projetos que podem vir a se tornar empresas nascentes de base tecnológica, normalmente denominadas como STARTUPS visando transformar o Estado do Rio de Janeiro num ambiente propício e atrativo para o desenvolvimento de todo o ecossistema relacionado ao empreendedorismo digital.

O Programa STARTUP RIO 2015 terá três fases, conforme descrito a seguir:

            – FASE 1: Até 60 (sessenta) propostas selecionadas por este edital da FAPERJ deverão participar do Programa Avançado de Formação Empreendedora – PAFE, a ser aplicado ao longo dos 3 (três) primeiros meses do Programa STARTUP RIO. Ao longo do PAFE o empreendedor ainda não faz jus ao recebimento da verba de até  R$ 60.000,00, mas terá acesso a treinamentos, consultorias e atividades afins de nivelamento, técnicas de gestão, validação da ideia e construção de plano de negócios, com carga horária semanal de aproximadamente 20 (vinte) horas e frequência obrigatória mínima de 75 (setenta e cinco) por cento de pelo menos um membro da equipe, os participantes do Programa terão direito à utilização do espaço de co-working e supervisão individual de cada projeto pela equipe gestora do Programa. Será opcional a participação em outros eventos, palestras e similares oferecidos pelo Programa a toda a comunidade. A participação nesta fase do Programa terá um custo aproximado de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) por equipe, que será pago diretamente pela FAPERJ aos responsáveis pela execução do programa STARTUP RIO, via descentralização orçamentária para a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação – SECTI.

             FASE 2: Os projetos dos empreendedores  que completarem o PAFE passarão por um novo Comitê de Avaliação composto por membros da execução do Programa e do Conselho do STARTUP RIO. Serão desclassificados os projetos que não cumprirem as tarefas e o planejamento determinados no PAFE, os que não comprovarem disponibilidade e dedicação ao projeto e os que não demonstrarem a viabilidade e a aplicabilidade da ideia proposta. Somente as equipes classificadas após esta avaliação receberão os recursos financeiros no valor de até R$ 60.000,00 (sessenta mil reais), conforme aprovado pelo Comitê Especial de Julgamento deste Edital, em parcela única. Os classificados poderão, ainda, continuar a utilizar o espaço de co-working e receberão – além dos recursos financeiros – supervisão dos projetos pela equipe do Programa, serviços de mentoria e treinamento em desenvolvimento de produto, técnicas de vendas, construção de protótipo e gestão de empresas. Esta segunda fase também terá duração aproximada de 3 (três) meses e carga horária obrigatória mínima de 20 horas semanais, a ser cumprida por pelo menos um membro de cada equipe

            – FASE 3: Ao final da fase anterior, uma nova avaliação será feita pelo Comitê de Avaliação composto por membros da execução do Programa e do Conselho do STARTUP RIO. Este Comitê poderá desclassificar os projetos que não tiverem alcançado um resultado satisfatório na execução da FASE 2, bem como aqueles cuja aplicabilidade e viabilidade forem consideradas comprometidas. O comprometimento com o Programa como um todo será valorizado nesta avaliação. Após os 6 (seis) meses de duração da Fase 1 + Fase 2, os projetos aprovados para a Fase 3 têm o direito de permanecer trabalhando de forma gratuita no espaço de co-working do Programa, de participar de eventos relacionados ao ecossistema empreendedor que serão realizados pelo STARTUP RIO, e receber mentoria e consultoria especializada.Os proponentes poderão utilizar recursos de outras fontes que se interessem em participar no desenvolvimento do projeto. Estes recursos deverão ser informados à Coordenação do Programa. A participação nesta fase PAFE do Programa terá um custo aproximado de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) por equipe, que será pago diretamente pela FAPERJ aos responsáveis pela execução do programa STARTUP RIO, via descentralização orçamentária para a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação – SECTI.